Há uma ideia recorrente entre os crentes em Yeshua: como os governos são passageiros e somente YHWH governa para sempre, não deveríamos nos preocupar excessivamente com a política. Afinal, governantes passam, sistemas mudam e nossa esperança não está neste mundo. O raciocínio parece piedoso, mas contém um equívoco: confundir a transitoriedade do poder humano com a irrelevância das decisões humanas. Não depositar a esperança em governantes é um princípio bíblico. Usar esse princípio para justificar a indiferença diante de suas ações é outra coisa. Em Isaías 2:22, lemos: “Afastai-vos, pois, do homem cujo fôlego está no seu nariz; porque em que se deve ele estimar?” O profeta confronta a tendência humana de depositar confiança na própria criatura, como se sua autoridade fosse permanente e sua capacidade, ilimitada. O homem depende de um fôlego que não controla. Seu poder é temporário; sua existência, limitada. Mas o texto não ...
A volta de Yeshua não é o encerramento da história. As festas bíblicas de outono revelam uma sequência profética que aponta para a manifestação do Rei, o juízo e o estabelecimento do Seu Reino. A maioria das pessoas aprendeu a ler a segunda vinda de Yeshua pelo lado errado. Fomos ensinados a imaginar o retorno do Messias como o encerramento do livro: Yeshua aparece nas nuvens, os inimigos são derrotados e a história da Terra simplesmente acaba. Mas as festas bíblicas revelam o exato oposto. A volta do Messias não é o fim da história; é apenas a abertura do Reino. Existe uma engrenagem profética de três passos nas festas de outono do calendário bíblico: A convocação pelo shofar. A execução do juízo. A posse do trono. Yom Teruah. Yom Kippur. Sukkot. Três festas. Três movimentos. E uma revelação que muda a maneira como enxergamos a segunda vinda: O que realmente acontece de...